A instalação ou ampliação de sedes ou centros comunitários e maior atuação de assistentes sociais junto às comunidades carentes foram algumas das reivindicações apresentadas nesta quinta-feira (11), durante audiência pública concedida pela presidente da Fundação de Ação Social (FAS), Fernanda Richa, a representantes de 12 entidades comunitárias na Fundação de Ação Social (FAS).

Fernanda Richa destacou que esta foi a quarta audiência realizada neste ano. "Já estamos colhendo os primeiros resultados, frutos da parceria entre as entidades e o poder público", comemorou. Ela afirmou que cada vez mais as comunidades encaminham pedidos bem fundamentados e exeqüíveis no médio ou longo prazo.

Segundo a presidente da FAS, a reivindicação de materiais de construção para ampliação das sedes das associações é examinada, caso por caso. Cada entidade, ao pedir a ampliação, tem objetivos específicos, que são analisados pela Fundação para posterior atendimento.

A audiência desta quinta-feira reuniu representantes de associações de moradores das regionais Santa Felicidade, CIC, Cajuru, Portão e Bairro Novo. As solicitações se concentram na maior presença de assistentes sociais nas entidades cujos filiados freqüentam cursos de alfabetização para adultos, precisam de auxílio na área de saúde, ou participam de atividades de lazer e recreação.

Salário bem-vindo

O repasse mensal de valor equivalente a um salário mínimo às associações agradou os dirigentes que agora contam com recurso caracterizado como auxílio-pagamento de contas de luz, telefone, água, ou mesmo para transporte,

O anúncio deste repasse foi feito em junho, quando 50 associações receberam da Fundação de Ação Social os certificados de reconhecimento oficial. Segundo o presidente da Associação de Moradores e Amigos da Vila Santa Ana, Valdir Wagner Ramos, "essa ajuda agiliza o atendimento aos associados e garante o funcionamento regular da entidade que, com o dinheiro, além de saldar contas, pode até comprar remédios para os mais necessitados