O Kia Optima passa a ser uma opção para quem precisa de um veículo espaçoso e potente e quer fugir do visual clássico típico dos três volumes. Ficará posicionado entre o médio-compacto Cerato e o grande Cadenza, custando R$ 96,9 mil, mas podendo chegar a R$ 105,9 mil caso o cliente opte pelo teto solar duplo panorâmico, chave inteligente com botão de partida Start/Stop e faróis de xenônio.

Sucessor do Magentis, mas que em nada lembra o antigo modelo descontinuado em 2010, o veículo é impulsionado por um motor a gasolina de 2.4 litros 16v, que rende 180 cavalos e torque máximo de 23,4 kgfm. Seus rivais diretos são o Ford Fusion 2.5 l (173 cv) e o Hyundai Sonata 2.4 l (178 cv), mas a Kia ainda coloca o Mercedes-Benz C180, o VW Passat e o BMW 320i como potenciais concorrentes.

A marca decidiu trazer apenas a versão com câmbio automático sequencial de seis marchas. O sistema dá a opção da troca via borboletas atrás do volante.

Kia Optima compartilha a plataforma e o motor Theta II 2.4 l com o primo Sonata, da Hyundai.

Hybrid

A Kia pretende importar a versão híbrida do Optima. Viria a conta-gotas e apenas para satisfazer aquele endinheirado que também pretende levar para a garagem a cultura da sustentabilidade. Deve chegar às lojas pouco antes do Salão do Automóvel, em outubro. Não se falou em preço, mas brigará com o Fusion Hybrid, que custa R$ 133 mil.

Fábrica

A implantação de uma fábrica da Kia no país continua a ser um projeto distante. Segundo o presidente no Brasil, José Luiz Gandini, os executivos na Coreia do Sul não querem nem ouvir falar sobre o assunto.

Rio

A vinda do Kia Rio foi adiada. Seria concorrente de peso para Ford New Fiesta Hatch, VW Polo e Fiat Punto. O carro já está homologado para o mercado nacional com um motor movido a gasolina, porém não há volume de produção na Coreia do Sul para trazê-lo.