Preparada para obter a certificação ISO 14.001 de excelência no quesito gestão ambiental em todo seu complexo industrial, a Renault do Brasil anunciou na última terça-feira (27/5), um conjunto de ações e projetos voltados à melhoria do meio ambiente. Já em 2000, sua fábrica de veículos de passeio (CVP) foi certificada com esta norma, comprovando assim a eficácia de seu sistema de gestão ambiental.

A certificação confirmará o alinhamento da empresa brasileira com a política ambiental do Grupo Renault, que prevê a adequação de suas fábricas às rígidas normas de preservação do meio ambiente, do ponto de vista de dejetos líquidos, sólidos e da reciclagem. A ISO 14.001 é norma internacional que certifica empresas ambientalmente corretas.

Prestes a comemorar apenas cinco anos de instalação no município de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba (PR), a Renault já pode ser considerada uma das empresas mais avançadas na preservação do ecossistema brasileiro.

O Complexo Ayrton Senna – inaugurado em dezembro de 1998 -, que preserva cerca de 1,5 milhão de metros quadrados de área ambiental, foi concebido sob orientação de preservar a natureza dentro de seu perímetro industrial, adotando procedimentos que previnem a poluição e buscam a conservação de recursos naturais.

A Renault executa, em seu perímetro industrial, diversas ações de preservação do meio ambiente, como o plantio de mudas de árvores nativas, o monitoramento da qualidade da água do principal rio da região que margeia a empresa e o controle diário de seus efluentes líquidos, ruídos e emissões atmosféricas.

Destaca-se, ainda, a preocupação com a reciclagem de resíduos, que chega a 95% do total gerado. A empresa desenvolve também estudo, em conjunto com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), sobre animais que habitam as imediações das fábricas.

“Investimentos em modernização, tecnologia, novos produtos, novos negócios e o comprometimento em reduzir os impactos ambientais são o exemplo concreto de desenvolvimento sustentável para as futuras gerações”, ressalta Pierre Poupel, presidente da Renault do Brasil.