A Volvo começa a produzir este mês no Brasil o VM, seu primeiro caminhão semipesado com a marca Volvo fora da Europa. Com US$ 35 milhões em investimentos, o veículo foi desenvolvido com motorizações nas faixas de 210 cv e 240 cv, um conjunto de mais de 20 opcionais, cabine-leito e um inovador conceito neste segmento: a opção de sair de fábrica com a carroceria e o terceiro eixo instalados dentro da montadora.

Os recursos aplicados no Volvo VM fazem parte dos US$ 100 milhões que a marca está investindo no Brasil de 2003 a 2005 para a renovação e ampliação de sua linha de produtos. Com o VM, a Volvo ingressa em um segmento com um mercado de aproximadamente 16 mil unidades por ano. “Ousamos dizer que estamos lançando o melhor caminhão em sua categoria hoje no País”, declara Peter Karlsten, presidente da Volvo do Brasil, referindo-se ao moderno projeto do veículo e à completa oferta de soluções integradas de transporte, desde planos de manutenção, passando por financiamentos da própria Volvo, até seguro da marca. A nova linha de semipesados, oferecida nas configurações 4×2 e 6×2 e nas versões de 17 e 23 toneladas, possui especificações para os segmentos principalmente de carga geral, tanque, furgão/sider, frigorífico e construção. O VM é o primeiro semipesado produzido no Brasil a ser oferecido também com cabine-leito, aquela em que existe espaço maior e uma cama para o descanso do motorista. “É o caminhão mais completo em sua classe”, afirma Reinaldo Serafim, gerente de caminhões semipesados da Volvo.

O VM é único caminhão brasileiro em sua classe a ter coluna de direção ajustável, prancheta incorporada ao volante, sistema de basculamento hidráulico da cabine, além de opcionais importantes para a operação de transporte, como imobilizador, climatizador e caixa de câmbio de 9 marchas. O modelo é também o único em sua categoria a ter como componentes standard freios a disco dianteiros, coluna de direção ajustável e suspensões com molas parabólicas. Um projeto desenvolvido para as características brasileiras e o trem-de-força nacional também garantem um baixo custo operacional.