O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) manteve por unanimidade a política monetária, cuja principal característica é a aceleração da base monetária em 60 trilhões de ienes a 70 trilhões de ienes por ano.

O banco central japonês também manteve a visão de que a economia está se recuperando moderadamente.

No entanto, os conselheiros do BoJ reduziram a projeção de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) para 1,0% neste ano fiscal, de 1,1% na estimativa anterior. Para os dois próximos anos fiscais as projeções foram mantidas em alta de 1,5% e 1,3%, respectivamente.

Todas as estimativas inflacionárias foram mantidas. Para esse ano fiscal, eles esperam um aumento no núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), desconsiderando-se os efeitos do aumento de imposto de abril, de 1,3%. Para o próximo ano fiscal, a expectativa é de aceleração para 1,9%.

Mais uma vez, o conselheiro Takahide Kiuchi propôs flexibilizar a meta de inflação estável de 2%. Kiuchi há diversas reuniões tem proposto que a estabilidade inflacionária fosse alcançada no médio a longo prazo e designou a atual política de alívio como uma medida intensiva por um período de cerca de dois anos. O plano novamente foi rejeitado por todos os outros oito membros do conselho.

O mercado agora espera pela coletiva de imprensa do presidente do BoJ, Haruhiko Kuroda, às 3h30. Fonte: Dow Jones Newswires e Market News International.