O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, evitou comentar o reajuste de 26,49% dos vencimentos do Legislativo e do Executivo aprovado nesta quinta-feira (22) na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. O ministro defendeu que é preciso examinar antes o impacto dessa medida, que foi apenas votada na comissão e que terá de ser submetida ao plenário das duas Casas. "Não quero ser precipitado porque isso também me atinge", afirmou o ministro. O reajuste de 26,49% corresponde, segundo parlamentares, à inflação acumulada de janeiro de 2003 – quando os salários foram reajustados – a fevereiro de 2007.