Rio – A corrupção não é um fenômeno brasileiro, mas um mal que pode ser observado em todas as culturas do mundo. Ela é uma ameaça à segurança institucional, na medida em que pode envolver o Estado com o terror e o tráfico de drogas. A afirmação foi do presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República, João Geraldo Piquet Carneiro, durante o seminário “Ética no Setor Público”, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan).