O Brasil registrou 2.986 mortes pela Covid e 69.302 novos casos da doença neste sábado (24). Com isso, o país chega a 389.609 óbitos por coronavírus e a 14.307.412 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Após seis dias consecutivos de queda, a média móvel de mortes aumentou e ficou em 2.531 óbitos por dia —o que representa um patamar muito elevado. O país completou 39 dias com média móvel de mortes acima de 2.000 e 94 dias acima de 1.000.

A média é um instrumento estatístico usado para suavizar variações de dados que costumam ocorrer em finais de semana e feriados. A média é calculada pela soma de todas as mortes dos últimos sete dias e divisão do resultado por sete.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O Brasil bateu o recorde nesta sexta-feira, com 1.744.001 doses aplicadas em um dia. O valor, porém, pode ter sido originado pelo represamento de dados de dias anteriores.

Neste sábado, foram 441.103 no total, sendo mais segundas doses ( 237.036) do que primeiras (204.067).

Foram atualizadas as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 20 estados.

Já foram aplicadas no total 41.418.622 doses de vacina (28.969.324 da primeira dose e 12.499.298 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Com o total de doses aplicadas até o momento, 17% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 7% a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​