Brasília – Para eles, o que outros chamam de golpe militar, foi uma “contra-revolução”, e os movimentos de resistência à ditadura pela luta armada foram “organizações terroristas”, responsáveis pela morte de 120 pessoas, 43 delas civis. Em defesa dos familiares das “vítimas da esquerda”, cerca de 100 sócios e integrantes do grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma) promoveram ontem, 31 de março, um ato público na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O objetivo era o de convencer o governo federal a oferecer indenizações aos parentes do terrorismo, da mesma forma como arcar com pensões para os familiares dos mortos nas dependências militares.