Os policiais filmados retirando objetos pessoais do cirurgião plástico E.R.M.C, de 55 anos, morto em um clube na Glória, no Rio de Janeiro, no último sábado, foram afastados das ruas, segundo a Polícia Militar.

Por conta do ocorrido, a PM instaurou inquérito para apurar o comportamento dos dois policiais. Eles aparecem em imagens de circuito interno retirando objetos pessoais do médico, como um cordão e um relógio, que estavam guardados em um armário no vestiário do clube.

 

A carteira de documentos do médico, contendo cartões bancários e a quantia de R$ 300, só foi entregue na Delegacia do Catete na terça-feira, após os PMs serem questionados pelo delegado. Conforme o andamento do inquérito, os policiais podem ser presos por apropriação indébita.

Morte

A Polícia Civil concluiu as investigações sobre a morte do cirurgião plástico ocorrida no interior do “Club 117”. Foi apurado que o médico faleceu por causa de um edema agudo dos pulmões, conforme o laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML).

 

Segundo o delegado Pedro Paulo Pontes Pinho, a morte natural ficou evidenciada devido ao laudo e os depoimentos de amigos, parentes do cirurgião plástico, do garoto de programa que estava em companhia dele, além de funcionários do clube.