A Polícia Civil do Rio de Janeiro adotará em dezembro um novo modelo de Delegacia de Homicídios inspirado no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo. Além de apurar os assassinatos na capital fluminense, a “nova Homicídios” também investigará latrocínios (roubo segui de morte), lesões corporais dolosas graves e desaparecimentos. A sede será na Barra da Tijuca e será ocupada por mais de 200 policiais entre investigadores, escrivães, peritos e delegados.

“Não será como o Departamento de Homicídios de São Paulo, porque lá eles contam com 60 delegados e não tenho este pessoal disponível. No entanto, eu creio que será um bom modelo para o Rio”, disse o chefe de Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski. A intenção dele é aplicar o modelo também na Baixada Fluminense e em Niterói. O objetivo de Turnowski é dar rapidez às investigações sobre os homicídios tirando os casos das delegacias distritais onde estes inquéritos se misturam a outros e terminam sem apuração.