Assim como na última segunda-feira (17), várias capitais do País são palco de protestos, mesmo com a redução do valor da tarifa do transporte coletivo. Na maioria dos locais, as manifestações têm ocorrido de forma pacífica, embora existam focos de desordem. O Paraná Online traz um panorama das mobilizações em todo o Brasil.

Rio de Janeiro

Cerca de 300 mil pessoas já tomaram a Avenida Presidente Vargas. Um princípio de tumulto em frente a prefeitura resultou em confronto entre os manifestantes e a polícia. Enquanto os participantes jogavam pedras nos policiais, eles revidavam com bombas de gás lacrimogênio. O carro de uma emissora de TV foi incendiado por manifestantes.

São Paulo

Muito menor que o protesto anterior, nesta quarta-feira as manifestações reúnem apenas 100 mil pessoas que já tomam a Avenida Paulista. Segundo relatos, alguns participantes estão brigando entre si por deferem partidos políticos. Uma bandeira do PT foi queimada durante a mobilização.

Brasília

Com 25 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional, a polícia já começa a se preocupar com o possível rompimento do cordão de isolamento, por isso, um segundo apoio está sendo montado. Alguns manifestantes usam pedaços de madeira contra a força policial.

Salvador

O clima está quente na capital da Bahia. Além dos focos de confusão, um carro de passeio foi incendiado pelos manifestantes. Às agressões, a polícia tem revidado com bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral. Diversos cartazes foram queimados e espalhados pelas ruas de Salvador.

Goiânia

Na capital de Goiás, a mobilização se concentra em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, centro do poder estadual. Sem indício de violência, participantes fazem “ola” e cantam o hino nacional.

João Pessoa

Na Paraíba, as manifestações acontecem na capital, João Pessoa, e em Campina Grande. Em ambos as cidades não há qualquer registro de ato violento. Segundo dados da Polícia Militar da capital paraibana, já são 10 mil pessoas nas ruas da cidade.

Porto Alegre

Os gaúchos estão se concentrando nas proximidades da UFRS. Assim como na maioria das cidades, em Porto Alegre, não existem focos de violência ou desordem.

Vitória

No Espírito Santo a situação começa a ficar complexa. Uma bomba foi solta pelos manifestantes em frente à Assembleia. Populares que estão nas ruas apoiam os participantes e incentivam o grupo que se concentra, até o momento, em apenas um ponto.

Fortaleza

Os militantes acabaram se dividindo em dois grupos: um que pede para os manifestantes avancem até o Palácio da Abolição e outro para que o grupo siga até o sindicato dos donos de empresas de ônibus (Sindiônibus0. Cada qual gritando palavras de ordem. De acordo com Polícia Militar, estimam-se 8 mil participantes.

Manaus

Cerca de 50 mil pessoas se concentram em frente ao Teatro Amazonas, provavelmente, seguindo pela Avenida Getúlio Vargas. Na capital do Amazonas, os manifestantes cantaram o Hino Nacional acompanhados pela banda da Polícia Militar.

Belém

O que vinha sendo uma manifestação pacífica acabou desembocando em confusão depois que o prefeito saiu da se da prefeitura para conversar com os manifestantes. Polícia precisou intervir para não deixar que a situação se agravasse.

Florianópolis

Na capital, estimam-se que 20 mil pessoas se con,centrem na região central da cidade. Para evitar confusões, as duas pontes que dão acesso à cidade foram bloqueadas, de acordo com o governo do Estado de Santa Catarina.

Campinas

Na cidade do interior paulista, um grupo de manifestantes e atropa de choque entraram em confronto ao lado da prefeitura. Para tentar reprimir os atos violentos a polícia tem usado bombas de gás lacrimogêneo.

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