Goiânia – A empresária Vilma Martins, de 47 anos, apresentou ontem uma nova versão para o seqüestro de Roberta Jamilly ou Aparecida Fernanda em depoimento no Fórum de Goiânia. Ela disse ao juiz que a filha dela pode ter morrido logo após o nascimento e o bebê Aparecida Fernanda teria sido colocado no lugar. A polícia descobriu que Roberta, assim como o adolescente Pedrinho, não era filha legítima de Vilma com um exame de DNA. Vilma nega ter seqüestrado o bebê e diz ter dado à luz em 5 de março de 1979 em Taquari, cidade do interior de Goiás. Vilma chegou ao tribunal de cadeira de rodas, escoltada por policiais da Casa de Prisão Provisória, em Aparecida de Goiânia, onde está presa desde o dia 13. O juiz da 9.º Vara Criminal, Marcelo Fleury Curado, vai julgar o processo.