A falta de vagas nos cemitérios municipais de Cascavel fez a Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Cascavel (Acesc) tomar uma medida polêmica. As ruas internas de dois cemitérios, Central e São Luiz, passaram a serem usadas para sepultamentos. A medida causa polêmica, mas, segundo a Acesc, foi a forma encontrada para realizar os sepultamentos que os cemitérios já não comportariam.

Para a superintendente da Acesc, Fátima Pertile, um cemitério novo já devia ter sido construído há, pelo menos, três anos. Contudo, Fátima ressalta que, entre estudos de terreno, avaliação do Instituto Ambiental do Paraná, preparação do terreno e a obra em si, são necessários cerca de dois anos para a construção de um novo cemitério, que já está sendo providenciada.

Além de utilizar os corredores dos dois cemitérios, a Acesc ampliou o Cemitério Guarujá, proibiu a venda de terrenos para reserva e está iniciando a construção de um gavetário na quadra 3 do Cemitério Central.

A cobertura completa do caso dos cemitérios do município de Cascavel estará nas páginas de amanhã dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná.