A chuva que vem marcando presença quase que diariamente em Curitiba está dando um alívio para os reservatórios que abastecem a capital e região metropolitana. Segundo o Simepar, desde o dia 1º de outubro até esta quarta-feira (13), a cidade já teve 73,4 milímetros. Chuva que chega em boa hora, visto a crise hídrica pela qual passa a região de Curitiba. Nesta quarta-feira o nível dos reservatórios estava em 55,16%. Uma alta com relação ao começo do mês, quando este índice era de 49,14%.

Porém, mesmo com estes registros constantes a Companhia Paranaense de Saneamento (Sanepar) segue, por hora, o rodízio de água com período de abastecimento de 36 horas com suspensão de até 36 horas. Ou seja, um dia e meio com água e até um dia e meio sem água.

A Tribuna questionou a Sanepar sobre esta possibilidade de mudança por conta das chuvas e o atual nível dos reservatórios. Segundo companhia, se as chuvas seguirem dentro do esperado, uma avaliação neste sistema pode ocorrer ainda em novembro.

Alternativas

Toda vez que se fala da crise hídrica e do rodízio de água, muitos moradores da capital e da região metropolitana perguntam: e a barragem do Miringuava? A esperada obra em São José dos Pinhais, que vai aumentar a capacidade do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (Saic), curiosamente está sendo atrapalhada pelo que anda faltando na capital e municípios vizinhos desde o ano passado: chuva.

Outra obra que promete chegar para ajudar a manter o abastecimento em tempos de estiagem é a transposição de água do Rio Capivari, em Colombo, até a Barragem do Iraí.

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