Com capacidade para abrigar 6 presos, PF mantém 26 em 3 celas, constata OAB
Com capacidade para abrigar seis, a Polícia Federal em Maringá mantém, em apenas três celas, 26 presos. A constatação foi feita pela Comissão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – subseção Maringá – durante visita. Essa situação será discutida, nesta semana, com o juiz federal Marcos Romeiro.

De acordo com o presidente da Ordem, César Augusto Moreno, a situação da PF não é diferente da Polícia Civil, que mantém mais de 400 em espaço para 120 presos. ?São apenas três celas na PF com duas camas em cada uma?, diz Moreno, acrescentando que esse número poderia ser reduzido pela metade, uma vez que 13 deles já têm condenação, portanto, deveriam ser encaminhados a um presídio.

O presidente diz ainda que, caso seja necessário, a Comissão do Advogado Criminalista Voluntário da OAB poderá atuar na Polícia Federal.

César Moreno informa também que o atendimento a flagrante delito e avaliação dos processos dos detentos da Delegacia da Polícia Civil de Maringá já tiverem início, devendo contar com oito advogados criminalistas e oito estagiários das Faculdades de Direito. 

Integraram o grupo que esteve na PF o presidente da Ordem, César Augusto Moreno, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da entidade, Alberto Vagner Abraão da Rocha, a assistente judiciária Rita de Cássia Lopes e os advogados da Comissão do Advogado Criminalista Voluntário.

Voluntários

A OAB informa que os advogados criminalistas que quiserem participar da Comissão de Voluntários podem entrar em contato pelo telefone 30314644, deixando nome e endereço.

Comissão da OAB discute solução para o Tarumã
 
A Comissão de Meio Ambiente da OAB Maringá discute, nesta terça-feira (8), a situação do Jardim Tarumã, em Maringá. Parte do bairro está interditada e as obras de infra-estrutura foram paralisadas. ?Vamos analisar os processos que estão na Promotoria de Defesa do Meio Ambiente para verificarmos se é possível agilizar a emissão do laudo pericial?, diz o presidente da Ordem, César Augusto Moreno.

Em algumas partes do bairro, há minas de água, o que impede a execução de obras de infra-estrutura e a construção de casas. Muitos moradores tiveram de deixar o local. Em seguida, esse assunto será discutido com o prefeito Silvio Barros.