A situação da indústria do álcool e do biodiesel no Nordeste será um dos temas do I Congresso Internacional de Agroenergia e Biocombustível, que acontecerá em Teresina (PI), entre os dias 11 e 15 de junho.

As discussões que serão levantadas na ocasião estão sendo definidas pela coordenação do encontro com o objetivo de buscar soluções rumo ao desenvolvimento sustentável, unindo os estados do Maranhão, Piauí e Tocantins.

Além da produção do álcool e do biodiesel, o congresso debaterá políticas públicas para a agroenergia, fontes e tecnologia para a produção do etanol e metanol, fabricação do biodiesel a partir do pinhão-manso, mercado e perspectivas para o setor.

A programação do evento inclui palestras, conferências, mesas-redondas, painéis, apresentações de trabalhos científicos, rodadas de negócios e feira, quando serão divulgadas as políticas existentes na área de agroenergia e biocombustíveis e as novas tecnologias e inovações do setor.

No lançamento do evento, que ocorreu no início deste mês, o governador do Piauí, Wellington Dias, anunciou a participação de convidados internacionais, como o vice-presidente da Câmara do Comércio de Nova York, Dr. Joe O’Neill, e o Dr. Prakash Kumar, do Ministério de Agricultura da Índia. Além do presidente Lula, de ministros, pesquisadores e empresários de todo o País.

Nesta sexta-feira (23), os organizadores do congresso viajam para o Maranhão e o Tocantins para fechar parcerias e divulgar a programação do evento. "A nossa expectativa é reunir as maiores autoridades e entidades que trabalham em pesquisa e comercialização de agroenergia para ajudar no debate e buscar soluções que incentivem a produção dos biocombustíveis", afirmou o chefe-geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa Meio-Norte, Valdemício Ferreira de Sousa.

O I Congresso Internacional de Agroenergia e Biocombustível é uma realização da Embrapa Meio-Norte, em parceria com o Governo do Piauí, Sebrae no Piauí, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) e apoio dos governos dos estados do Maranhão e do Tocantins.