O secretário de saúde do Paraná, Beto Preto, afirmou, na manhã desta segunda-feira (20), que irá propor, aos secretários municipais do estado, a utilização de doses remanescentes a adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, indígenas, gestantes e privados de liberdade. Na semana passada o Ministério da Saúde voltou atrás de sua própria autorização e recomendou a aplicação somente para adolescentes com comorbidades.

“Teremos, amanhã (terça-feira) cedo, uma reunião com o Conselho Municipal de Secretários de Saúde, para fechar uma decisão conjunta aqui do Paraná a respeito da vacinação dos adolescentes, iniciando-se a vacinação doa adolescentes pelos núcleos prioritários, aqueles com comorbidades, conforme preconiza o PNI, o qual é seguido pelo Paraná, ao mesmo tempo que cobramos que o MS também inclua o quando antes a vacinação dos adolescentes sem comorbidade”, disse o secretário Beto Preto.

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Quanto ao prazo para se definir o período para vacinação para adolescentes sem comorbidades, o secretário relatou que não pode cravar o momento, pois é refém do Governo Federal, responsável pela compra dos imunizantes.

“Importante frisar que não se deve avançar na vacinação de adolescentes sem comorbidade porque quem compra a vacina é o Ministério da Saúde. Para que nós possamos garantir a utilização correta das vacinas, precisamos ter a garantia de que o MS vai nos fornecer vacinas da Pfizer, única autorizada no país para esta faixa etária”, disse o secretário, que ressaltou ainda a necessidade de uma garantia para que essas vacinas sejam compradas e distribuídas aos municípios.

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