Uma carreata pedindo o retorno de algumas atividades profissionais durante a pandemia de coronavírus ocorre na tarde desta quarta-feira (13) em Curitiba. O protesto com cerca de 50 carros e um carro de som saiu da Praça da Espanha, no Centro, por volta das 14h40 para ir até o Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, no Centro Cívico. Participam do protesto representantes do Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares (Sindiabrabar), a Confederação Nacional do Turismo (Contur), Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar).

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O presidente do Sindiabrabar, Fábio Aguayo, afirma que a entidade apoia o governador Ratinho Junior nas decisões, mas ao mesmo tempo quer saber por que algumas cidades, como Ponta Grossa, Guarapuava, Maringá e Foz do Iguaçu, estão liberando algumas atividades. “A carreata serviu para unir algumas classes, pois não está havendo uma sincronia nas decisões. É preciso apoiar e não jogar a culpa no empresariado. Esperamos a colaboração também do Ministério Público do Paraná ”, afirma Aguayo.

Protesto saiu da Praça da Espanha e vai até o Palácio do Iguaçu. Foto: Lineu Filho / Tribuna do ParanáProtesto saiu da Praça da Espanha e vai até o Palácio do Iguaçu. Foto: Lineu Filho / Tribuna do ParanáProtesto saiu da Praça da Espanha e vai até o Palácio do Iguaçu. Foto: Lineu Filho / Tribuna do ParanáProtesto saiu da Praça da Espanha e vai até o Palácio do Iguaçu. Foto: Lineu Filho / Tribuna do ParanáProtesto saiu da Praça da Espanha e vai até o Palácio do Iguaçu. Foto: Lineu Filho / Tribuna do Paraná

Segunda-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto incluindo academias, salões de beleza e barbearias como atividades essenciais, liberados de funcionar durante a pandemia. Entretanto, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que quem decide quais são as atividades essenciais são as prefeituras e os governos estaduais.

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Em nota, o governo do Paraná informou que as decisões do governo federal estão sendo analisadas, mas que o decreto estadual de 20 de março, que determina o fechamento de atividades consideradas não essenciais, como shoppings e academias, segue em vigor. Em Curitiba, a prefeitura declarou por nota que também ainda irá avaliar se as atividades listadas pelo governo federal são realmente essenciais conforme o decreto municipal 470.


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