O Parque da Ciência Newton Freire Maia, localizado em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba é uma ótima opção de passeio para estudantes. O local foi reaberto em fevereiro depois de passar por um período fechado devido à pandemia do Covid-19 e reformas. Para o restante do público, o espaço vai ser reaberto em maio.

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Um dos diferenciais do Parque da Ciência acaba sendo a interação do visitante com experimentos, itens históricos e materiais artísticos que ficam à disposição do público, divididos em cinco pavilhões — Introdução, Cidade, Energia, Água e Terra.

Parque da Ciência oferece experiências científicas interativas. Foto: SilvioTurra/Seed-PR

“No primeiro pavilhão, o objetivo é inserir o visitante na atmosfera do conhecimento científico. Nele, temos a Teoria do Big Bang, uma das grandes teorias científicas que nos ajudam a explicar a evolução do Universo. Também temos Sócrates recepcionando os visitantes”, disse Anísio Lasiviecz, diretor do Parque.

No segundo pavilhão, o foco é a ciência no ambiente urbano. Um dos equipamentos interativos do pavilhão é um software que permite que o visitante observe as condições meteorológicas em todo o planeta como temperaturas, fluxo de vento e até a qualidade do ar, com indicadores visuais dos locais com maior e menor concentração de dióxido de nitrogênio.

“A ideia desse experimento é que o visitante possa compreender o que é climatologia, o que é meteorologia, a diferença entre tempo e clima, e porque é tão complicado a gente prever o tempo”, relatou Anísio.

Já no Pavilhão Energia, o visitante pode fazer um experimento clássico de eletricidade. Sabe aquele em que ao tocar em uma esfera metálica, os cabelos se arrepiam?  Além disso, há um mapa interativo em que é possível identificar, quais países são os maiores produtores de tecnologia e para onde eles a exportam.

Os dois últimos pavilhões são destinados à água e à terra. “O pavilhão Água vai tratar de temas vinculados à biodiversidade, à evolução e à sustentabilidade. Já o Terra aborda questões relacionadas a recursos naturais, renováveis e não renováveis, aliados à geociência e à botânica”, comentou o diretor.

Foto: SilvioTurra/Seed-PR

Como visitar?

O Parque voltou a receber visitas agendadas de turmas de estudantes. Há previsão de abertura de novos horários aos sábados, a partir de maio, para a comunidade em geral. As visitas são gratuitas, e o agendamento pode ser feito pelo telefone (41) 3666-6156.

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