A greve geral marcada para esta sexta-feira, 28/04, promete afetar milhões de pessoas em todo o país. Em Curitiba e no Paraná, sindicatos de várias categorias contrários às reformas trabalhista e previdenciária confirmaram a participação nos protestos.

Serviços públicos, transporte coletivo, bancários, e diversos outros setores podem ser afetados amanhã.

Confira a lista completa abaixo do que não vai funcionar nesta sexta-feira!

Sindicatos que já decidiram pela greve geral Trabalhadores representados
APP- Sindicato (professores e servidores das escolas estaduais) 120 mil
Sismmac (professores municipais) 10 mil
Sinpropar (professores rede particular do estado)* 10 mil
Sismuc (servidores municipais)** 23 mil
Sigmuc (guardas municipais) 1 mil
Siemaco (coleta de lixo, limpeza e conservação) 2,5 mil
Sindutf-PR (professores UTFPR) 3 mil
Apufpr (professores UFPR) 3,5 mil
Sinditest (servidores e técnicos UTFPR/UFPR/HC)** 11 mil
SindSaúde (servidores e técnicos saúde estadual)** 8,2 mil
Sindicato dos Bancários 18 mil
Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba e RMC  75 mil
Sinclapol (policiais civis)  2,2 mil
Sindimoc (motoristas e cobradores do transporte público de Curitiba e região)  12 mil
Sinpes (professores do ensino superior da rede particular de Curitiba e Região Metropolitana) A confirmar
Sindivigilantes (vigilantes de Curitiba e região) A confirmar
Sinjuspar (servidores da Justiça Federal do Paraná) A confirmar
Sinjutra (servidores da Justiça do Trabalho no Paraná) A confirmar
Sintcom (funcionários dos correios do Paraná) A confirmar
Sindicato Nacional dos Aeroviários A confirmar
Sindicato Nacional dos Aeroportuários**** A confirmar
Sinpospetro (trabalhadores em postos de serviço de combustíveis, derivados de petróleo e lojas de conveniência em Curitiba e Região) Confirmado
Sindicato Nacional dos Aeronautas A confirmar

 

Legenda
*  Base não inclui Londrina e Maringá
** Mantém quadro mínimo de 30% na saúde
*** Em sindicatos que abrangem todo o estado, número é geral e não só de Curitiba
**** A adesão à greve não é oficial, mas a orientação do sindicato é que os trabalhadores paralisem suas atividades