Professores e demais servidores públicos do Paraná fizeram nesta sexta-feira uma grande mobilização no bairro Centro Cívico, em Curitiba, para protestar e pressionar o governador Ratinho Júnior (PSD) pelo pagamento da data-base da categoria e contra a retirada de direitos. O ato também relembrou aquele que ficou conhecido como o Massacre de 29 de abril de 2015, quando servidores grevistas entraram em confronto com forças policiais.

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Os manifestante se reuniram na Praça 19 de dezembro e seguiram para o Centro Cívico. Na chegada. houve um momento de tensão, quando policiais militares tentaram barrar a passagem de um carro de som que se encaminhava para a frente do Palácio Iguaçu, sede do governo. Cerca de 30 ônibus com professores vieram de várias regiões do Paraná para o protesto.

“O 29 de abril, desde 2015, vem sendo marcado como um dia de lutas. Em 2015, houve um massacre da polícia contra os servidores que se manifestavam. De lá para cá estamos fazendo a resistência em defesa dos serviços públicos, a luta para que toda a população paranaense tenha um serviço público de qualidade, apesar do Governo Ratinho Jr., que vem nos massacrando retirando direitos e a nossa condição de prestar um serviço de qualidade para todos”, disse Marlei Fernandes, presidente do Fórum de Entidades Sindicais (FES), ao site Brasil de Fato.

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Segundo os manifestantes a defasagem salarial acumulada desde 2017 é estimada em 36,15%. Além disso, os servidores querem a retirada do desconto previdenciário para aposentados (hoje em 14%). Os servidores esperam ser recebidos pelo governador Ratinho Júnior.

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