A Polícia Civil do Paraná (PCPR) vem intensificando a utilização de cães farejadores no combate ao tráfico de drogas desde o início de 2019 e o trabalho parece estar surtindo efeito. Só nos primeiros cinco meses deste ano, os cães auxiliaram na apreensão de 2,5 toneladas de entorpecentes, volume equivalente à soma das apreensões com atuação dos animais em 2018 e 2019, que também foi de cerca de 2,5 toneladas.

+Leia mais! Geada e mínima de 3,8ºC em Curitiba. Ponta Grossa teve temperatura negativa

De acordo com a PCPR, esse salto de efetividade ajuda a trazer mais visibilidade às operações com cães, que passaram a ser muito mais acionados para prestar apoio a outras forças de segurança, entre federais, estaduais e municipais. Ainda conforme a PCPR, os resultados mais expressivos das operações com cães foram impulsionados pelo planejamento estratégico do ano passado. 

A polícia diz que um dos fatores relevantes para aumento das apreensões de drogas deve-se a melhorias feitas na infraestrutura ofertada para adaptar a participação dos cachorros nos trabalhos policiais. Novas viaturas com espaço especial para transportar os animais durante as ações possibilitam que eles fiquem confortáveis e, consequentemente, mais tempo nas ruas.

+Leia mais! Novo decreto libera feiras livres, conveniência de postos e esclarece dúvidas sobre o busão

A PCPR possui 18 cães policiais – 14 deles em atuação e quatro em treinamento. As raças variam entre pastor holandês, labrador e bloodhound. Eles são escolhidos em ninhadas geradas no local ou comprados, quando adultos, de espaços especializados.

Os cães são treinados para encontrar drogas e armas através do faro, além de localizar cadáveres e capturar fugitivos durante operações policiais. Os cachorros passam por treinamentos diários que ajudam no aperfeiçoamento e permitem que estejam aptos para trabalhar em ações em combate ao tráfico de drogas. 

No preparo feito por policiais civis os animais são ensinados através de técnicas de adestramento a encontrar odores específicos, seja de pessoas ou substâncias ilícitas.

+Viu essa? Circulação de gente em Curitiba diminui no primeiro dia sem comércio

Durante o processo, os profissionais ensinam como o cão deve agir em uma operação – ele entende que o cheiro que deve detectar trará uma recompensa. A partir do momento em que identifica o odor, passa a fazer o movimento ensinado pelo adestrador para mostrar que há algo no local.

A PCPR também explica que os policiais civis que auxiliam nestes treinamentos estão em processo constante de capacitação e atualização, participando de cursos e palestras com o objetivo de melhorar cada vez mais o desempenho.


Precisamos do seu apoio neste momento!

Este conteúdo te ajudou? Curtiu a forma que está apresentado? Bem, se você chegou até aqui acredito que ficou bacana, né?

Neste cenário de pandemia, nós da Tribuna intensificamos ainda mais a produção de conteúdo para garantir que você receba informações úteis e reportagens positivas, que tragam um pouco de luz em meio à crise. Bora ajudar?

Ao contribuir com a Tribuna, você ajuda a transformar vidas, como estas

– Pai vende vende 1000 bilhetes de rifa com a ajuda da Tribuna pra salvar o filho
– Leitores da Tribuna fazem doação de “estoque” de fraldas para quíntuplos
– Leitores se unem para ajudar catadora de papel de 72 anos

E tem várias outras aqui!

Se você já está convencido do valor de sua ajuda, clique no botão abaixo