O empresário Antônio Dorrio, 50 anos, condenado a 13 anos pela morte de Douglas Junckes, no bairro Juvevê, em Curitiba, deve ser solto ainda nesta quarta-feira (24). O Tribunal de Justiça do Paraná acatou o pedido de habeas corpus dos advogados Adriano Bretas e Pedro Porto – que defendem o empresário. O assassinado ocorreu após uma discussão por causa de som alto, foram três tiros.

Dorrio foi preso na madrugada de terça-feira após o julgamento do Tribunal do Júri. Ele foi condenado a 13 anos pela morte de Douglas Junckes e mais um ano e três meses por porte ilegal de arma.

“O Tribunal reconheceu o direito de Antônio Dorrio de aguardar em liberdade o julgamento dos recursos ainda cabíveis. Durante todo o processo, o empresário ficou solto e não causou nenhum prejuízo. Vamos recorrer agora no mérito para reverter a condenação”, disse o advogado Adriano Bretas.

O TJ entendeu que a prisão após decisão de 1º grau configura constrangimento ilegal a execução provisória da pena antes do exaurimento das instâncias ordinárias. E que o início do cumprimento da pena deve se dar a partir de uma eventual condenação em segunda instância.

Foram impostas medidas cautelares ao empresário como o recolhimento domiciliar noturno, das 22h00min às 06h00min, nos dias de semana, e das 22h00min de sábado às 06h00min de segunda-feira. Dorrio, segundo decisão do TJ, não pode se ausentar de Curitiba sem a devida autorização do juiz. Em caso de eventual descumprimento das medidas cautelares, a decisão pela liberdade de Antônio Dorrio poderá ser revista.

O assassinato

O crime ocorreu em 20 de maio de 2018, no bairro Juvevê. Segundo as investigações, o assassinato aconteceu durante uma discussão entre o réu e o vizinho Douglas Junckes. Dias depois do crime amigos de Douglas fizeram um protesto.

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