Elas já não são novidades nas praias de todo o Brasil, mas agora virou “zona”. As caixas e caixinhas de som portáteis são mais populares que os guarda-sóis e, apesar de garantir a trilha sonora de muita gente no litoral, elas incomodam outro tanto de veranistas, seja pelo estilo musical desagradável para quem ouve no momento, seja pela falta de controle no volume dos dispositivos.

Em Balneário Camboriú, a prefeitura local fez publicar em Diário Oficial do Município um decreto que proíbe a utilização do invasivo equipamento. Lá na vizinha catarinense, o uso do equipamento implica em perturbação do sossego e prevê apreensão do equipamento e autuação de quem estiver no controle das caixinhas, inclusive com multas que variam de meio até cinco salário mínimos. Em Itapema, próximo dali, as restrições são parecida.

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E no Paraná? Por enquanto nenhum município se preocupou em tomar atitudes contra o uso dos equipamentos de som. Será que a população paranaense está “susse” em relação ao uso indiscriminado das caixinhas?

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