Engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) estiveram no início da semana em Santa Catarina para uma visita técnica ao estaleiro que fará os reparos em algumas embarcações da travessia da Baía de Guaratuba. O conserto custará cerca de R$ 36 milhões, e o valor total será custeado pelo governo do Paraná.

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A equipe do DER foi até Navegantes (SC), onde o ferry boat Guaraguaçu é o primeiro a passar por manutenções em um estaleiro da Indústria Naval Catarinense. Das cinco embarcações que fazem a travessia, três passarão pelo conserto, que deve levar cerca de 45 dias cada – o serviço deverá estar completo em meados de agosto. Para evitar filas no feriado prolongado de Tiradentes, no próximo final de semana, a orientação do DER aos usuários é que evitem horários de pico, entre 11h e 14h e entre 18h e 20h.

Durante os trabalhos, serão substituídas algumas chapas de aço das embarcações. Os sistemas elétrico e hidráulico das balsas e ferry boats passarão por manutenções. Os motores e as caixas reversoras das embarcações serão inspecionados para que a segurança da operação seja garantida. Após todos os ajustes, as equipes do estaleiro vão trabalhar no aprimoramento da acessibilidade das balsas e dos ferry boats, que por fim serão repintados. Todo o serviço será fiscalizado pelo DER.

“Chega um momento em que é necessário se fazer uma intervenção mais agressiva”, explicou Alexandre Castro Fernandes, diretor do DER, em entrevista à RPC. “É para isso que o Estado fez esse contrato e está fazendo todo este trabalho. Mas não há risco na nossa travessia. Se houvesse algum risco, essas embarcações já teriam saído da operação”, completou.

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O ferry boat Guaraguaçu, o primeiro a ser consertado, já estava fora de operação desde o início do mês. A embarcação tem 41 anos de uso e, assim como as outras, poderá ter o motor remodelado caso seja necessário. As duas balsas que seguem fazendo a travessia, e que são propriedade da Internacional Marítima – empresa contratada pelo governo do Paraná para fazer a travessia –, não serão consertadas.

Um novo conjunto de balsa e rebocador deve ser alugado até meados de maio pela empresa para minimizar os impactos causados pelos reparos nas embarcações. “Até agosto a gente deve, sim, passar por algumas situações em que se tenha uma geração de filas maiores. Mas é bom lembrar que a gente está fazendo tudo isso em prol da segurança”, explicou o diretor do DER.

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Até agosto, o trânsito seguirá restrito na travessia da Baía de Guaratuba. Desde o último dia 8, o DER não permite que veículos pesados com mais de três eixos ou com mais de 14 metros utilizem os ferry boats ou as balsas entre as 6h e às 22h. As únicas exceções são os veículos de transporte coletivo de passageiros e aqueles prestadores de serviços públicos.

Enquanto as embarcações estiverem sendo reparadas em Santa Catarina, os quatro atracadouros nos dois lados da travessia também passarão por melhorias. No início de fevereiro, duas dessas estruturas chegaram a ser fechadas para o serviço – uma delas afundou após passar por um serviço de inspeção. Cenário que, segundo o diretor do DER, não deve mais acontecer. “Em 10 de agosto a gente vai ter os quatro portos totalmente reformados, três ferry boats novos, totalmente estruturados e aptos para oferecer uma travessia mais segura”, concluiu Fernandes.

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