O prefeito de Curitiba Rafael Greca enfatizou nesta tarde de quarta-feira (1º), em vídeo publicado em sua página no Facebook, que não falta medicamentos para pessoas e situação de internamento hospitalar, ou intubadas e colocadas em respiradores artificiais. “Eu lhes asseguro que na nossa cidade isso não falta”, salienta o prefeito.

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A decisão de Greca de enfatizar que não há falta de anestésicos e relaxantes musculares se deu após entrevista do secretário da saúde do governo do estado Beto Preto, que chegou a afirmar no jornal Meio Dia Paraná, da RPC, que há estoques de certos medicamentos anestésicos para apenas seis dias no estado e que conta com o recebimento do Ministério da Saúde.

Eu, prefeito de Curitiba, Rafael Greca, lhes asseguro, #CuritibaTemMedicamentos. O momento que vivemos é grave, mas estamos estruturados. Temos leitos de UTI, anestésicos e relaxantes musculares. É claro que os profissionais da saúde receberam uma nota orientativa para alertar sobre o uso racional dos insumos, ainda que a dispensa esteja fornida, é preciso usar os medicamentos com parcimônia e evitar o desperdício. E tenham certeza, enquanto eu for prefeito, havendo para comprar, vou suprir os almoxarifado, porque ninguém merece o flagelo da dor. Não minimize os cuidados. Não maximize os medos. #FiqueEmCasaSePuder #IssoVaiPassar

Posted by Rafael Greca de Macedo on Wednesday, July 1, 2020

Em vídeo, Greca disse que há uma murmuração nas redes sociais, dessa falta de insumos, de que o povo precisa ficar com medo. “Não tem cabimento. Nós temos leitos de UTI, ontem eram 52 livres, e temos anestésicos e temos relaxantes musculares. Claro que nós pedimos para as equipes médicas usarem com parcimônia porque a economia de guerra sugere que sempre quanto tem carência de produção, ainda que a dispensa esteja fornida, é preciso ter parcimônia”, conta o prefeito.

Greca ainda ressaltou que a cidade passa por uma grande guerra invisível contra um vírus que ninguém conhece. “Temos que ter essa visão de economia sustentável. É só isso que instrui aos profissionais do sistema de saúde, que não desperdicem. É a velha história, sabendo usar, não vai faltar”, finaliza.


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