O Hospital do Trabalhador (HT) segue fechado neste domingo (16). A forte chuva que alagou vários bairros em Curitiba, atingiu alas importantes e molhou equipamentos de tomografia e raio-x. Pacientes que estavam no Pronto Socorro foram remanejados para outros espaços e pessoas que eram atendidas por ambulâncias foram encaminhados para os hospitais Cajuru e Evangélico Mackenzie.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), não há previsão de normalização do atendimento no HT. Os equipamentos estão sendo avaliados tecnicamente e as equipes trabalham para reestabelecer as condições operacionais o mais rápido possível.

Geci Labres de Souza, diretor do Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT), reforça que a preocupação está na parte elétrica que pode ter sido afetada pela enorme quantidade de água que entrou no hospital.

“A maior preocupação em função dos equipamentos de alto custo é que precisam que toda a área de fiação esteja seca e segura. A nossa equipe de Engenharia e Manutenção estão trabalhando em conjunto com a Sanepar e a prefeitura de Curitiba para voltar o mais rápido possível e determinar o retorno das atividades do hospital”, relatou Geci.

Balanço da chuva

De acordo com a prefeitura, a chuva acumulada totalizou 62,2 mm, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Apesar do grande volume de chuva registrado, não houve casos graves, nem pessoas feridas ou que precisaram deixar suas casas (desabrigadas ou desalojadas).

No boletim da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil apontou que houve pontos com alagamentos mais expressivos por toda a capital. As ocorrências ocorreram nos bairros Alto da XV, Centro, Guaíra, Lindoia, Rebouças, Boqueirão, Sítio Cercado, Hauer, Parolin, Portão, Água Verde e Fazendinha. Os registros aconteceram em pontos específicos ao longo da Linha Verde. Além disso, dez cruzamentos semaforizados ficaram inoperantes durante o período da noite. Pedidos emergenciais de lona foram feitos no Cajuru, Capão Raso e Sítio Cercado.

Também foram registradas 20 solicitações para retirada de árvores e galhos grandes caídos. A remoção pelas equipes de Arborização da Secretaria Municipal do Meio Ambiente teve início já durante a madrugada. 

Ponte 

No Novo Mundo, Vista Alegre e Bairro Alto, ocorreram registros de risco de desabamento. Equipes da Cosedi foram deslocadas para avaliação emergencial de estruturas, como muros, calçadas e paredes, mas nenhum caso foi confirmado. No portão, houve queda de muro e, no Cajuru, informe de erosão.

No Cajuru, uma ponte da Rua Etiópia, na altura do número 181, foi interditada, após constatação de erosão e risco de desabamento de parte da estrutura. Equipes da Regional e da Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP) foram acionadas para as providências e medidas cabíveis.

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