O policial federal Ronaldo Massuia Silva, preso após atirar contra quatro pessoas em um posto de gasolina no bairro Cristo Rei, em Curitiba, no último domingo (1°), continuará preso. A decisão da Justiça foi anunciada após cerca de 1h de audiência de custódia, na tarde de terça-feira (3).

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De acordo com o juiz José Augusto Guterres, a prisão de Massuia se faz necessária para a “garantia da ordem pública”, já que existe a probabilidade de que o preso continue a cometer crimes graves caso volte às ruas. O fotógrafo André Muniz Fritoli morreu após ser atingido por tiros do policial federal.

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Segundo o advogado de defesa do policial, Nilson Ribeiro, seu cliente estava sob efeito de um “surto psicótico”. “Temos provas e iremos apresentar à Justiça. Nós confirmamos que Ronaldo tem histórico de problemas psiquiátricos”, afirmou o advogado.

Apesar disso, durante a audiência de custódia, ao ser questionado se passava por tratamentos contínuos para o tratamento de enfermidade psicológica, o policial federal negou.

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Uma testemunha, que preferiu não se identificar, disse à reportagem da RPC que, horas antes, em uma casa noturna de Curitiba, Ronaldo Massuia já havia causado problemas e teria apontado a arma a um funcionário da balada “Ele iniciou uma confusão no banheiro masculino, empurrou pessoas e tirou a arma da cintura, dizendo que era policial”, contou ao jornal Bom Dia Paraná.

Relembre o caso

Segundo a Polícia Militar, a confusão teria começado depois que o policial federal estacionou o carro em um local não permitido. Houve uma briga entre o atirador e outras pessoas, incluindo um segurança do posto, em seguida ocorreram os disparos.

O policial apresentava sinais de embriaguez, o que não foi confirmado oficialmente. Além da pessoa que morreu na ambulância, outras três foram encaminhadas ao hospital. Foram cerca de dez tiros disparados na loja de conveniência.

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