O Memorial Paranista, novo espaço cultural no Parque São Lourenço que conta com obras do artista plástico paranaense e expoente do Movimento Paranista, João Turin, entregue na última sexta-feira (14) em Curitiba, estará fechado ao público nos próximos sábado (22) e domingo (23). A suspensão do funcionamento nestas datas acontece em respeito às medidas do novo decreto da bandeira laranja em vigor na capital, que determina lockdown no fim de semana.

VIU ESSAS?

> Prepara o bolso! Sanepar anuncia reajuste no preço da água no Paraná

> Supermercados temem superlotação quinta e sexta com lockdown de fim de semana

A inauguração do Memorial foi o centro de uma polêmica no início desta semana, após denúncias por aglomeração terem feitas pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-PR) ao Ministério Público do Paraná (MP-PR), na última segunda-feira (17). Procurada na época, a Prefeitura de Curitiba não quis se pronunciar sobre o caso. Seguindo as regras de combate à covid-19, que segundo a Abrasel-PR, não teriam sido respeitadas no evento, o local permanece aberto à visitação de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, com agendamento prévio.

As visitas são agendadas gratuitamente, de hora em hora, e de acordo com a prefeitura, o Memorial opera atualmente com apenas 50% da capacidade, sendo que uma pessoa pode agendar para no máximo quatro visitantes. Ao todo, cada visita ao local comporta 50 pessoas, sendo 30 vagas reservadas para agendamentos individuais e 20 vagas para grupos turísticos ou escolares, como informa a administração municipal.

LEIA TAMBÉM – Lockdown no fim de semana suspende funcionamento da Feira do Largo da Ordem

A entrada no Memorial é permitida apenas a quem comparecer usando máscara corretamente colocada sobre o rosto. Também é necessário concordar em higienizar as mãos com álcool em gel e medir a temperatura corporal.

Tecnologia e conhecimento

Concebido para ser mais um espaço inteligente e acessível da cidade, o novo Memorial Paranista dotou suas 100 obras de arte de identificação por QR Code (o código lido pelas câmeras dos smartphones) e Braille (sistema de escrita para cegos). O objetivo, conforme a administração do local, é que o público tenha autonomia para informar sobre os trabalhos do escultor João Turin que estão expostos no espaço.