Mulheres são as que mais compraram online na pandemia em Curitiba
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Mulheres são as que mais compraram online durante a pandemia em Curitiba

Veja como é o comportamento de quem compra pela internet em Curitiba. Foto: Freepik

Uma pesquisa realizada pelo Programa de Iniciação Científica (PAIC) da FAE Centro Universitário, de Curitiba, mostrou que são as mulheres as que mais fazem compras online por meio de aplicativos e sites de e-commece. O estudo – que vale para moradores de Curitiba e região metropolitana – ocorreu entre outubro de 2021 e março de 2022, com uma amostra de 930 moradores da região da capital (54,8% homens e 45,2% mulheres). Jovens entre 20 e 39 anos são os que mais compram.

As conclusões são da aluna Ana Paula Zollner Favorete, orientada pelo professor mestre Adriano Toledo Pereira. Ela decidiu saber como estava o comportamento do consumidor local depois que o comércio eletrônico teve um boom com a pandemia de coronavírus, a partir de março de 2020. O objetivo foi mostrar as principais preferências de compras e quantificar e qualificar tanto os consumidores quanto os produtos adquiridos no comércio online e suas plataformas.

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Segundo a pesquisa, a plataforma Mercado Livre foi eleita a primeira na escolha dos consumidores, com 62,4% da preferência dos entrevistados. O ML, como é conhecido, foi seguido pelas Lojas Americanas, que obteve 48% da preferência, e pela plataforma Amazon, que atingiu 44,9%.

Ao analisar a frequência de compras online dos moradores de Curitiba e região, também chegou-se à conclusão de que as mulheres possuem maior recorrência de compras do que os homens. A média das compras por pessoas do sexo feminino chegou a 52,61%.

No que diz respeito à faixa etária, pode-se notar que o público dominante é o adulto/jovem. “São os consumidores na faixa etária de 20 a 39 anos, os quais representaram a maioria dos respondentes no presente estudo. São o público da geração Y, a geração do milênio, da propagação da internet, e da geração Z, que é a sucessora da Y e que já nasceu inserida na tecnologia”, explica a Ana Paula Zollner.

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Em relação aos produtos comprados, os principais itens são os equipamentos eletrônicos, seguidos dos alimentos/lanches e do vestuário. “Com a nova realidade advinda da pandemia, para se adaptar, no que tange às lojas físicas, principalmente as de vestuário, muitas estão aceitando encomendas via redes sociais, principalmente whatsapp”, apontou Toledo.

Comportamento nas compras

Ainda segundo ele, em Curitiba e região, os clientes podem escolher as peças, cores e tamanhos através de imagens postadas em redes sociais como o Facebook e Instagram, e fazer a solicitação das peças por um número de Whatsapp. “Para recebê-las em casa por motoboy no mesmo dia. Outras, preparam malas personalizadas com roupas a gosto dos clientes e deixam em suas residências para que possam provar e escolher, devolvendo as demais no dia seguinte. Isso também ajuda a explicar o comportamento das compras pela internet”, diz o professor.

Na pesquisa, no que diz respeito às entregas delivery de alimentos/lanches, 91,4% dos consumidores utilizam a plataforma Ifood. “Este é precursor dos aplicativos delivery de entrega rápida de comida, portanto, o mais conhecido e utilizado”, diz a Ana Paula. O segundo mais utilizado, de acordo com a pesquisa, é o Uber Eats, com 32,3% da preferência.

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Dentre os itens relevantes para a escolha do site de compras, a segurança é o mais importante, com 4,17% das respostas. Por conseguinte está o preço do produto, com 3,96%, e popularidade do site com 3,84%. Com a disseminação da covid-19, a frequência da utilização dos serviços delivery aumentou para 5,30% dos respondentes da amostra utilizada.

Apareceram também na pesquisa outras questões que influenciam a decisão dos consumidores ao optarem por realizar suas compras online, como por exemplo a utilização de cupons de desconto, praticidade, falta de tempo, qualidade do serviço e privacidade.

“Em suma, chegou-se à conclusão que o cenário atual do comércio se modificou muito com a chegada da covid 19, onde muitos comércios foram alavancados. Contudo, muitos outros tiveram que se adaptar para sobreviverem à esta nova realidade. Ou seja, empreendimento e criatividade são a chave do sucesso perante esta crise”, finalizou o professor da FAE.

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