A operadora de caixa Rafaela Padilha não aguenta mais enfrentar o “sufoco diário” de andar espremida nos ônibus da linha Rio Bonito/Pinheirinho, que liga os bairros Campo de Santana e Pinheirinho, em Curitiba. Ela diz enfrentar, todas as manhãs, o empurra-empurra, a superlotação e coletivos que “passam lotados”, sem nem mesmo parar no Terminal do Tatuquara. Indignada, Rafaela enviou fotos para a reportagem da Tribuna do Paraná.

“Pego essa linha no Terminal pois no ponto próximo da minha casa ele não para. Enviei as fotos porque precisamos pedir ajuda de alguém. Geralmente, entre os horários das 6h e 7h, o famoso horário de pico, vai todo mundo de pé, espremido e sem poder respirar direito”, reclama Rafaela.

+ Leia mais: Empresário volta a reclamar de insegurança em Curitiba após bar ser roubado 14 vezes

A operadora de caixa ainda questionou o aumento no preço da passagem, que chegou ao valor de R$ 5,50, tarifa mais alta entre as capitais. “O preço está absurdo, está cada vez mais difícil andar de ônibus. Sem contar que nessa linha, quando chove, molha mais dentro do que fora do veículo. Já no Verão, o calor é insuportável”, acrescenta.

E aí, prefeitura?

De acordo com a URBS, responsável pelo transporte coletivo em Curitiba, o “perrengue” relatado por Rafaela é pontual, devido a quebra de dois veículos da linha na última quinta-feira (24).

“A linha Rio Bonito/Pinheirinho registrou a quebra de dois veículos nesta quinta-feira (24), o que afetou a programação da frota nesta sexta-feira (25). A Urbs está fazendo um levantamento da demanda de passageiros na linha e poderá reforçar a frota se necessário”, diz a nota enviada à reportagem.

Pantanal

Juma atira nos pés de Jove

Loterias

Veja o resultado das loterias desta terça-feira!

Inverno Chegou

Veja como será o primeiro dia de inverno em Curitiba

Além da Ilusão

Lorenzo declara seu amor por Letícia