Usar ônibus em Curitiba e região metropolitana não deve se tornar mais caro nos próximos meses. O governo do Paraná prometeu repassar R$ 71 milhões até o fim do ano para, entre outros objetivos, a manutenção da tarifa em R$ 4,25. Ainda assim, o congelamento não tem prazo definido e, conforme a Urbs, vai depender do equilíbrio econômico-financeiro do sistema.

Leia também: Em fuga alucinada, suspeito bate em vários carros e morre em confronto

O convênio entre governo e a prefeitura da capital, que deverá desembolsar R$ 4 milhões para o mesmo fim, foi assinado pela governadora Cida Borghetti (PP) e o vice-prefeito Eduardo Pimentel (PSDB) na manhã desta quinta-feira (5), em evento no Palácio Iguaçu. Os recursos serão utilizados também para a manutenção e ampliação da Rede Integração de Transporte (RIT), que conecta Curitiba e região metropolitana.

“Um grupo de trabalho composto por Urbs e Comec começa suas atividades na segunda-feira (9) para fazer o estudo de viabilidade econômica e financeira de outras 20 novas integrações. A ideia é que consigamos atender a população da melhor maneira, favorecendo comércio, indústrias e serviços”, afirmou o presidente da Urbs, Ogney Pedro Maia Neto. Confira as linhas em estudo no site da prefeitura.

Leia ainda: CNH digital já vale como documento de identidade. Você sabe como tirá-la? Nós explicamos

Entre as linhas que estarão em estudo estão a Expresso São José via Boqueirão, passando pelor terminais do Boqueirão, Hauer e Carmo, a Linha Quitandinha/Fazenda Rio Grande, e a Linha Bocaiúva/Maracanã.

Além disso, de acordo com o vice-prefeito, Eduardo Pimentel, o convênio ajudará a prefeitura a melhorar os serviços ao usuário, mantendo, por exemplo, o programa de renovação da frota. “Entregamos 50 ônibus esse ano e teremos mais 110 até o fim de 2018, então esse é um importante recurso”, disse. Conforme ele, o primeiro desembolso será no valor de R$ 35 milhões e deverá ser feito nos próximos dias.

Promoção do R$ 1 tem 40 itens em oferta em rede de supermercados de Curitiba