Pode ir esquentando a água ou mesmo o fogão, pois o pinhão está chegando. Um belo companheiro para o período de pandemia da covid-19, para um programa bem familiar. A partir desta quinta-feira, 1°de abril, a colheita, transporte, comercialização e armazenamento do pinhão ficam liberados no Paraná.

VIU ESSA? Mercadorama vai trocar de nome; veja qual será a nova bandeira do supermercado

A comercialização ou mesmo o transporte da semente é proibida por lei antes do dia 1°de abril, para que o pinhão se desenvolva de maneira completa. Se a colheita for feita antes do tempo, ainda no período de defeso, o desenvolvimento da pinha fica prejudicado, o que afeta a qualidade do produto e o sustento das famílias que vendem a semente.

Mesmo sendo colhido na data permitida, a regulamentação proíbe, em qualquer tempo, o consumo e a venda das sementes verdes, quando o pinhão apresenta cor esbranquiçada e alto teor de umidade. Nesse estado, as pinhas podem conter fungos e serem prejudiciais à saúde.

LEIA AINDA – Dinheiro de multas da pandemia deverá ser usado no combate à covid-19 em Curitiba

Símbolo do Paraná, o pinhão tem seguidores por todo o mundo. Tradicionalmente é preparado cozido na panela de pressão, mas também é feito sapecado na chapa do fogão à lenha, ou mesmo, direto no braseiro de uma fogueira. Outra forma mais atual, ou gourmet, como dizem os chefs de cozinha, é utilizar o pinhão como ingrediente para pratos nos restaurantes.  

Foto: Arquivo/Bruno Covello.

Multa

De acordo com as normas ambientais, a pessoa que for flagrada na venda, transporte ou no armazenamento do pinhão antes de 1º de abril está sujeita a responder a processos administrativo e criminal, além de receber auto de infração ambiental e multa de R$ 300 para cada 60 quilos de pinhão.

As denúncias sobre a venda irregular de pinhão e demais infrações ambientais, podem ser feitas no link “Fale Conosco”, no site do IAT, pelo telefone do IAP Curitiba: (41) 3213-3700 ou regionais do IAP e Polícia Ambiental.