Um grande esquema de corrupção envolvendo fraudes em tributos municipais de Pontal do Paraná, no Litoral, foi alvo de uma operação da Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (04). Policiais cumpriram mandados judiciais e bloquearam valores que ultrapassam R$ 1 milhão.

A equipe policial contou com a cooperação da Prefeitura de Pontal do Paraná que identificou indícios de fraudes e solicitou investigação policial. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, além do afastamento de dois servidores efetivos que ainda exerciam funções na administração municipal.

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Os mandados foram cumpridos simultaneamente em Pontal do Paraná e Paranaguá, no Litoral do Estado, e em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Uma pessoa foi presa em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e munição. 

O delegado da PCPR Marcos Pestano afirma que durante as investigações a Prefeitura colaborou com a notícia do crime, assim como fornecendo documentos que auxiliaram nas diligências. “Com as buscas de hoje, continuamos os trabalhos para mensurar a dimensão da fraude”, completa. 

Com as investigações de alta complexidade, a polícia identificou as práticas dos crimes de peculato eletrônico, corrupção passiva tributária, crime tributário, falsificação de documento público majorado, falsa identidade e associação criminosa.

O prefeito do Pontal do Paraná, Rudisney Gimenes Filho, comenta que desde o início da gestão foram verificadas diversas inconsistências e suspeitas de fraudes. “Iniciamos diversos processos administrativos disciplinares e sindicâncias. Esperamos que os responsáveis sejam condenados e que os tributos retornem à população”, finaliza.  

Investigações

A atual administração do município verificou indícios de fraudes em registros do sistema no banco de dados do controle de tributos municipais e acionou a PCPR. 

A polícia apurou que os fatos teriam acontecido entre 2017 e 2019. Foram descobertos indícios de que teriam sido suprimidos diversos tributos de maneira indevida e fraudulenta, contando com o desvio funcional de alguns servidores municipais. 

Em troca, agentes públicos teriam recebido vantagens indevidas, tendo as investigações identificado depósitos de valores realizados por contribuinte em conta corrente de servidor comissionado já exonerado.

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