Policiais civis e militares protestam, desde a última segunda-feira (28), em frente ao Palácio Iguaçu e à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Os servidores não concordam com os valores para o reajuste salarial apresentados pelo governo estadual e pedem mais tempo para discutir as propostas. O aumento orçamentário dos reajustes, segundo o governo, passaria de R$ 400 milhões no ano apenas na PM. Na Civil e Polícia Científica, impacto previsto é de R$ 80 milhões/ano. Nesta quarta-feira (30), viaturas do Batalhão de Polícia de Choque podem ser vistas no entorno do prédio da Alep.

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Foto: Gerson Klaina/Tribuna do Paraná.

O início das manifestações ocorreu no começo da semana, quando o governo estadual enviou às pressas para a Alep, a proposta de reajuste salarial para servidores militares e das polícias Civil e Científica. Aliás, os reajustes apresentados valem também para servidores inativos das corporações.

De acordo com a administração estadual, a ideia é corrigir diferenças nas remunerações das carreiras, com um acréscimo de 3% sobre a folha de todo o funcionalismo.

Outro ponto de mudança seria nos quadros da Polícia Civil. O policial poderia regularizar a atuação em mais de uma unidade policial, de forma simultânea. Para o governo, essa regulamentação daria força nas repartições.

Foto: Gerson Klaina/Tribuna do Paraná.

Regulamentação de cargos do Deppen

Outro projeto que o governo pretende criar é o Quadro Próprio dos Policiais Penais (QPPP) para definição do plano de cargos, carreira e salários dos policiais penais do Paraná. Esse QPPP poderia abrir sete mil novas vagas no funcionalismo estadual.

A proposta começou a tramitar na Alep, em regime de urgência, há menos de cinco dias do fim do prazo legal para aprovação de reajustes salariais de servidores, que só podem entrar em vigor até 180 dias antes das eleições. A votação para aprovação das medidas ocorre nesta quarta-feira (30).

Foto: Gerson Klaina/Tribuna do Paraná.
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