O radar colocado na marginal da Linha Verde com a Comendador Franco, no bairro Jardim Botânico, em Curitiba, ainda é motivo de polêmica. A Tribuna do Paraná, divulgou na semana passada que o equipamento foi o “campeão” de multas em fevereiro com 13.541 infrações, ou seja, 483 multas por dia em um mês composto por 28 dias em 2022.

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A partir dessa quantidade de irregularidades, a prefeitura reforçou a sinalização no local. No entanto, vários motoristas alegaram que as informações sobre a mudança de velocidade de 70 km/h para 40 km/h quando se entra na marginal da pista, teriam sido colocadas após a implantação do radar.

Segundo Rosangela Battistella, superintendente de Trânsito de Curitiba, a sinalização melhorou após os números apontarem um crescimento de infrações na Comendador Franco.

“A sinalização que foi colocada é de acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), porém, com tantas autuações, decidimos reforçar a sinalização para que os motoristas prestassem mais atenção. Todos os radares têm sinalização. Para implantação é preciso fazer a aferição, ligação de energia com a Copel, e só depois de sinalizados que estarão ligados para operação”, disse Battistella em entrevista para a RPC.

42 mil multas em fevereiro

Placas indicam presença de radares na marginal da Linha Verde. Foto: Reprodução/RPC

De acordo com a prefeitura de Curitiba, fevereiro teve 42 mil multas apontadas por radares de trânsito. A cada 15 dias, novos equipamentos são implantados na cidade e motoristas acabam ultrapassando o limite de velocidade (veja abaixo as velocidades limites para cada trecho).

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“Esse número é normal, pois quando se coloca o radar, as pessoas não sabem a posição e são mais flagrados. Eu diria que é preciso ter respeito a velocidade em todos os pontos da via, e não somente nos radares. O mundo inteiro está reduzindo a velocidade para diminuir a quantidade de acidentes, feridos e mortes”, reforçou a superintendente.

Como se define a velocidade das ruas?

Essa análise é de responsabilidade de um grupo de servidores capacitados, com formação e especialização na área de mobilidade urbana. Eles se orientam especificamente pelos artigos 60 e 61 do CTB, que tratam dos diferentes tipos de vias existentes. A prioridade é na segurança viária, de forma a proporcionar mais tranquilidade para todos que compartilham o trânsito.

Nas vias coletoras (40 km/h) a velocidade máxima é destinada a coletar e distribuir o trânsito para entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. São exemplos na cidade as vias Curupaitis, Alagoas, Trindade e Treze de Maio.

As vias arteriais (50 a 70 km/h) são caracterizadas por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre as regiões da cidade. Além daquelas que são conhecidas como vias rápidas (Centro-Santa Cândida, Centro-Portão e outras), é o caso de ruas como a Mateus Leme, a Nilo Peçanha e a Anita Garibaldi, além das avenidas Marechal Mascarenhas de Moraes e Comendador Franco e da Linha Verde.

Já as vias calmas (30 km/h) atende principalmente as regiões residenciais e centrais da cidade como a Travessa João Prosdócimo e as ruas Ivo Leão, Padre Camargo e Floriano Essenfelder.

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