Mesmo com as chuvas dos últimos dias, a Companhia Paranaense de Saneamento (Sanepar) não deve suspender o rodízio no abastecimento de água em Curitiba e região metropolitana. Por enquanto, segue o sistema de cortes a cada 36 horas, ou seja, um dia e meio com água, um dia e meio sem água. 

Por outro lado, a Sanepar deve avaliar nos próximos meses, novembro e dezembro deste ano, a possibilidade de suspender o rodízio de forma definitiva em março de 2022. Se isso ocorrer só em março, Curitiba e região chegarão a dois anos completos convivendo com o racionamento. Não há informação concreta se haverá uma mudança prévia no sistema de rodízio, antes de uma possível finalização total no ano que vem. Tudo vai depender da quantidade de chuva.

Na manhã desta terça-feira (26), o nível dos quatro reservatórios que abastecem a região chegou a 60,09%. Do começo de outubro até agora, a capacidade de armazenamento de água subiu quase dez pontos percentuais.

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O volume atual nas represas da grande Curitiba é aquela da marca de 60%, valor com o qual a Sanepar atenuou em março o racionamento para 48 horas com água por 24 horas sem água. Porém, em julho, o volume dos reservatórios voltou a cair, quando retornou o atual modelo de rodízio.

Mesmo com o nível atual, a Sanepar ainda prefere analisar as projeções climáticas futuras para avaliar as condições da alteração. “A Sanepar aguarda a próxima divulgação do sumário do clima pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), prevista para o início de novembro, para analisar as previsões de chuvas para os meses de novembro e dezembro, as condições dos reservatórios e de consumo para avaliar possibilidade de alteração no atual modelo de rodízio”, informa a Sanepar em nota.

A tendência é de que o rodízio possa ser atenuado a partir do mês que vem por causa da proximidade do período de chuvas no Paraná. Porém, como a temperatura começa a subir no fim do ano, com a proximidade do verão, o consumo de água também aumenta.

Para que a Sanepar suspenda completamente o racionamento, o nível dos reservatórios de Curitiba e Região Metropolitana precisa alcançar no mínimo 80%. Desde o fim de 2019 o Paraná, em especial a Região Leste, vive a estiagem mais severa da história.

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