O grande destaque que tiveram no enfrentamento da pandemia de Covid-19 alçou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, e a secretária municipal de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, à condição de pré-candidatos nas eleições de outubro. Ambos, aliás, podem fazer uma dobradinha. Beto Preto seria candidato a deputado federal, com Huçulak concorrendo a deputada estadual – ambos pelo PSD, partido do governador Carlos Massa Ratinho Junior. Para disputarem as eleições, ambos precisam deixar seus cargos até esta sexta-feira (1º), cumprindo o prazo de desincompatibilização seis meses antes da eleição, com exige a legislação eleitoral.

A saída de Beto Preto já é dada como certa no Palácio Iguaçu. O secretário tem carreira política, é filiado ao PSD desde 2016 (quando deixou o PT), e renunciou à prefeitura de Apucarana para assumir a secretaria de Saúde. Sua exoneração deve constar no Diário Oficial do estado desta quinta-feira (31), junto com as dos deputados federais e secretários Sandro Alex (Infraestrutura) e Ney Leprevost (Justiça, Trabalho e Família). Até o nome do substituto de Beto Preto já foi definido, será seu chefe de gabinete, César Augusto Neves Luiz.

A situação de Huçulak ainda não estava definida. Funcionária de carreira da Prefeitura Municipal de Curitiba, no cargo de enfermeira, a secretária não está filiada a nenhum partido político, mas vem sendo cobiçada para formar chapa no PSD há algum tempo. Huçulak esteve presente no evento do partido, na última sexta-feira (25), quando seis deputados estaduais se filiaram à legenda. Oficialmente, alega que foi ao local “representando o prefeito Rafael Greca”, embora estivesse acompanhada pelo vice-prefeito Eduardo Pimentel (PSD).

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