Segue valendo para esta quinta-feira (12) o indicativo de greve aprovado nesta semana em assembleias entre motoristas e cobradores do transporte público de Curitiba. A razão é uma reclamação da categoria a respeito do atraso nos repasses para pagamentos que ocorrem desde a última sexta-feira (06). Os usuários devem se programar para uma possível falta ou atraso na saída dos ônibus que atendem a capital. A região metropolitana não deve ser afetada.

Segundo o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), a solução para suspender a greve é o pagamento dos salários. A entidade explicou que as empresas prometeram realizar o pagamento, mas a ação só poderá ser confirmada na quinta-feira.

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Até esta tarde de quarta-feira (11), apenas as empresas Tamandaré e Glória haviam realizado parte do pagamento. “A última atualização é de que essas duas empresas pagariam o restante até 14h de hoje. De qualquer forma, a CCD ainda não pagou. Sendo assim, o indicativo de greve geral permanece”, informou o Sindimoc.

As empresas que tiveram assembleias no início desta semana foram as seguintes: Glória, CCD e Tamandaré. Segundo o Sindimoc, se qualquer uma das empresas não realizar o pagamento, fica mantido o indicativo de greve geral.

E aí, Urbs?

Em nota enviada à, a Urbanização de Curitiba (Urbs), responsável por gerenciar o trânsito na cidade, disse que “aguarda a aprovação, pela Câmara Municipal de Curitiba (CMC), do projeto de suplementação orçamentária de R$ 174 milhões, que será usado, em sua maior parte, para fazer frente ao déficit do sistema em 2022. O município também aguarda o repasse de subsídio ao transporte coletivo por meio do convênio com o Governo do Estado, o que deve ocorrer até meados da semana.A Urbs reitera que tem feito esforços para acelerar os dois projetos e assim evitar atrasos nos repasses às empresas por conta do déficit financeiro no sistema. O transporte coletivo prevê um déficit de R$ 154 milhões em 2022, gerado pela diferença entre a tarifa técnica – que é a efetivamente paga às empresas – e a social, paga pelo usuário, de R$ 5,50. A diferença é coberta por subsídio do poder público. A tarifa técnica, em abril, foi de R$ 7.A empresa também ressalta que o transporte coletivo é um serviço essencial, vital para o deslocamento de milhares de pessoas todos os dias na capital e a redistribuição de linhas entre empresas em caso de greve é uma prerrogativa de contrato e também uma forma de preservar o usuário deles ônibus da capital.”, disse a Urbs em nota enviada à RPC.

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