“Antes de dar um passo contava até cinco, tamanha dor que sentia no joelho. Primeiro achei que eram varizes, quando descobri a artrose levei um susto. A doença já estava me impedindo de caminhar”. Essa era a realidade da aposentada Maria Eliane Rocha, 64 anos, que sofria com as dores de uma artrose no joelho. Para quem sofre com a doença, atividades simples como caminhar, subir ou descer escadas tornam-se um grande desafio em função das dores, rigidez e dificuldade nos movimentos que a doença provoca. E embora esteja geralmente associada ao avanço da idade, exercícios físicos de alto impacto repetitivo, associados a outros fatores, têm levado ao diagnóstico de casos mais precoces.

Porém, apesar do sofrimento, dona Maria Eliane encontrou uma esperança em um novo tratamento realizado em Curitiba: a artroplastia total de joelho com auxílio da robótica. Realizada no Hospital Marcelino Champagnat, a primeira cirurgia, feita no início de outubro, já demonstrou maior precisão na colocação dos implantes, menor quantidade de materiais utilizados e diminuição da dor e cicatrizes.

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“Em menos de 24 horas, eu já conseguia colocar o pé no chão e andar com ajuda do andador. Agora, quero voltar a caminhar, a ter uma vida normal e poder brincar com a minha netinha de 3 anos”, ressalta a aposentada.

Maria Eliane Rocha, 64 anos, em recuperação pós-cirurgia. Foto: divulgação / Hospital Marcelino Champagnat.

O ortopedista Fabiano Kupczik explica que em breve o robô poderá ser utilizado também para colocação de prótese parcial do joelho e do quadril. “Ainda é uma técnica mundialmente recente, que dá uma precisão milimétrica que não é possível a olho nu, ideal para os casos mais complexos, de deformidades, sequelas de outras cirurgias e quando os outros tratamentos não apresentam mais resultados. É indicado para casos mais avançados da doença”, explica o médico.

A plataforma de joelho robô Rosa Knee System, desenvolvida pela Zimmer Biomet, foi recentemente aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, e inclui ferramentas de planejamento pré-operatório 3D e dados em tempo real sobre a anatomia dos tecidos e ossos durante o procedimento. Isso melhora a precisão de corte ósseo e resulta em uma análise mais precisa da amplitude do movimento, ajudando as próteses de joelho a ficarem mais naturais.

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