Até o fim de dezembro a trincheira que vai ligar as ruas Fúlvio José Alice, no Bairro Alto, e Amazonas de Souza Azevedo, no Bacacheri, sob a Linha Verde, vai estar pronta. Quem confirma, é a prefeitura de Curitiba. Nos últimos dias, quem passou pela região pode notar que o trecho está sendo finalizado e que a parte acima da trincheira está sendo limpa por trabalhadores. No entorno também está sendo feita a instalação de calçamento do tipo paver. E a expectativa da população para a liberação deste trecho é grande, afinal, foram cerca de quatro anos de obras, atrasos e congestionamentos no local.

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Em abril, as últimas vigas necessárias para conclusão da laje foram colocadas, para que as novas faixas de rolamento sejam pavimentadas em seu leito natural, conforme foi projetado. No mesmo período, na parte interna da estrutura viária, os serviços de escavação, drenagem e preparação da base das pistas também foram realizados.

A trincheira compreende o Lote 3.2 da Linha Verde e, além da obra em si, o pacote previa pavimentação na própria Linha Verde e nos acessos laterais à nova estrutura viária.

Como ficará o trânsito com a nova trincheira?

A via que vai sentido Bairro Alto é a Fulvio Alice que na extensão do Bacacheri, muda de nome e passa a se chamar Amazonas de Souza Azevedo. A via que vai sentido Bacacheri é a Rua José Zgoda que passa a se chamar Rua Gustavo Rattman depois da altura da Linha Verde.

Atrasos na obra

As obras começaram em outubro de 2016 e a trincheira deveria ter ficado pronta para servir os motoristas em setembro de 2017. Porém, 74,98% da obra foi concluída apenas no lado da Rua Fúlvio José Alice. Assim, seis aditivos de prazo foram concedidos à empresa que executava os serviços, com a finalização prevista para julho de 2019. O trabalho não foi finalizado, mesmo com o prazo ampliado em cerca de 700 dias, e o contrato foi rompido em agosto de 2019.

Após a rescisão contratual, foi realizado um levantamento técnico e criterioso do saldo remanescente da obra e, em seguida apresentado ao agente financiador da intervenção urbana. Vencida essa fase, lançou-se a licitação para contratar a empresa que terminaria o serviço e, como a TCE Engenharia Ltda. apresentou as melhores condições, passou a executar a obra em agosto de 2020. 

Durante os mais de dois anos de obras no Lote 3.2, a Secretaria Municipal de Obras Públicas emitiu 21 notificações contra a construtora. Os avisos legais foram motivados pela não execução de frentes de trabalho liberadas, atrasos no cronograma de execução e, por fim, pelo total abandono dos serviços, inclusive marcado pela ausência de funcionários e retirada de materiais e equipamentos do local.

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