Foi arquivado nesta sexta-feira (21), na Câmara Municipal de Curitiba (CMC), o projeto de lei que pretendia instituir para todos os restaurantes e hotéis da cidade a oferta de uma opção zero açúcar no cardápio de sobremesas. O autor da proposta, Alexandre Leprevost (Solidariedade), disse que o objetivo era atender uma grande parcela da população que, por vários motivos, não consomem açúcar.

A iniciativa deveria incentivar a prática, sem criar uma determinação para os estabelecimentos, motivo pelo qual a proposta será reanalisada pelo mandato do vereador. Por exemplo, o projeto dizia que apenas a oferta de frutas naturais não seria o suficiente como opção, ressaltando que ela tinha que ser composta de uma preparação culinária zero açúcar, podendo ser preparada no local ou adquirida de forma terceirizada.

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Além disso, caso os produtos fossem terceirizados, as especificações deveriam estar em seus rótulos, entre outras informações necessárias que indiquem ser um produto zero açúcar.

Caso o estabelecimento optasse por produzir o alimento no local, deveriam estar especificados no cardápio os ingredientes e a preparação. A opção oferecida deve ser adequada e benéfica às pessoas com restrição ao consumo de açúcar, seja aqueles que, por motivos de saúde, são impossibilitados de consumir produtos com açúcar, e também aqueles que desejam restringir o açúcar visando a qualidade de vida.

“Sabemos que a diabetes, uma vez instalada no organismo, não se cura, embora possa ser controlada com tratamento contínuo e diário. Atualmente no mundo inteiro, a obesidade, pressão alta e diabetes, já são consideradas grandes causas de mortalidade, atrás apenas das doenças cardiovasculares e do câncer. Portanto, entendemos que é uma medida de saúde pública oportunizar opções de sobremesas zero açúcar”, reforçava Alexandre Leprevost na justificativa do projeto.

O vereador já possui outra iniciativa relacionada à diabetes e ao consumo de açúcar. Seu outro projeto de lei, que dispõe sobre o Programa de Conscientização e Controle do Diabetes em crianças e adolescentes da rede de educação pública e privada de Curitiba, segue em análise na Câmara. Caso aprovado pelos vereadores e sancionado pelo prefeito, o projeto se torna lei e entra em vigor a partir de sua publicação no Diário Oficial do Município.

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