Neste sábado a Prefeitura de Curitiba e a Secretaria da Saúde realizaram uma entrevista coletiva para a imprensa sobre as mudanças no combate ao coronavírus na noite de sexta, quando o lockdown foi decretado. Entre os participantes, o que chamou a atenção foi a tentativa de vereadores tentaram participar do encontro, solicitando a vez para fazerem perguntas e até comentando as declarações dos representantes da SMS.

+ Leia também: Lockdown em Curitiba: veja o que pode e não pode funcionar durante a bandeira vermelha

As tentativas foram repreendidas pela organização da entrevista, que reforçou que apenas jornalistas representantes de veículos de imprensa poderiam participar. mesmo assim, o vereador Marcelo Fachinello pediu para fazer perguntas representando a rádio Transamérica, veículo em que presta serviços em jornadas esportivas.

No chat, campo escolhido para as inscrições das perguntas, o vereador Dalton Borba retrucou algumas respostas. Durante a explanação da Beatriz Battistella Nadas, superintendente Executiva da SMS, ele postou: “Limite? Então, quem ficar doente corre para onde? Por que a gestão não investe pesado em campanha publicitária de conscientização social sobre as medidas de distanciamento e prevenção?”.

O vereador Pier, líder do Prefeito Rafael Greca, também acompanhou a entrevista coletiva. Também foram vistos na coletiva o vereador Tico Kuzma, presidente da Câmara, Nori Seto, Niêmia Rocha, que também tentou se inscrever para perguntar, Herivelto Oliveira, Mauro Bobato, Maria Letícia e Alexandre Leprevost.

+ Leia mais: Decreto da bandeira vermelha limita em 50% ocupação dos ônibus em Curitiba

Além de Beatriz Battistella Nadas, participaram da coletiva Flávia Quadros, superintendente de Gestão da SMS e Flaviano Ventorim, presidente da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do PR.