O presidente nacional da CUT, João Felício, disse hoje ao chegar ao centro de treinamento do Banco do Brasil, em Brasília, que a Central Única dos Trabalhadores não terá com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva “a mesma relação que a Força Sindical teve com o atual governo”.

Apesar de discutir propostas com o futuro governo, ele destacou que a CUT continuará com uma postura crítica em defesa dos trabalhadores.

Felício disse que a CUT (Central Única dos Trabalhadores) criou seis grupos de trabalho para formular propostas para as reformas que precisam ser feitas no país.

O assunto vai ser discutido daqui a pouco em uma reunião que ele terá com o deputado José Dirceu (PT-SP), coordenador político da transição. Os seis grupos debaterão os temas das reformas tributária, Previdenciária e agrária, sobre as mudanças na legislação trabalhista e sindical, emprego e renda e Estado e políticas sociais.

O encontro que estava marcado para o escritório da transição foi transferido para a Câmara dos Deputados.