Brasília – O deputado Edigar Mão Branca (PV-BA) impetrou na sexta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) mandado de segurança preventivo contra possível proibição do uso de chapéu nas dependências da Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia, no entanto, não acredita que o Supremo vá se pronunciar sobre o pedido. ?Creio que esse é um assunto rigorosamente menor, e creio que o Supremo não vai se posicionar dado que não é matéria constitucional?, afirmou.

?É que isso eventualmente abre um precedente, e nós sabemos que muitas vezes na busca da notoriedade, alguém pode dar declaração bombástica, alguém pode ter atitudes que não são necessariamente aquelas que qualificam cada um pelas suas idéias?, explicou o parlamentar.

Na semana passada, a Mesa Diretora da Câmara decidiu elaborar ato para disciplinar a vestimenta dos parlamentares no plenário. A medida tem por objetivo impedir o uso de chapéu nas sessões plenárias da Casa.

Com a norma, o deputado Mão Branca ficará impedido de usar seu chapéu de couro, tipo vaqueiro, durante as sessões.

O deputado Mão Branca assumiu o mandato no lugar do deputado Geddel Vieira Lima que se licenciou para ocupar o Ministério da Integração Nacional.