Foto por: Antonio Scorza

Kaká, que não chegou à África do Sul em plena forma, está evoluindo, mas já sofreu apagões de criatividade neste Mundial.

O Brasil também parece ter um lado direito mais forte, com Maicon e Daniel Alves, do que o esquerdo, onde Michel Bastos joga mais como zagueiro.

Outro problema é a possível baixa de Felipe Melo, unida à suspensão de Ramires, que pode exigir a entrada de Josué ou Kleberson.

A Holanda tem uma defesa que até o momento não enfrentou grande pressão, e a questão é como reagirá ao pegar um time com a força ofensiva do Brasil.

Outro fator é o ambiente do grupo holandês, após os protestos de Robin Van Persie contra Van Marwijk, sem contar com os sete jogadores que já receberam cartão amarelo e podem ficar fora das semifinais, mas isto não é mais problema do Brasil.

A equipe de Dunga tem sua coluna vertebral composta por Julio Cesar, um dos melhores goleiros do mundo, o capitão Lúcio, Kaká e Luis Fabiano, o homem do ataque.

Na “Laranja Mecânica’, o discreto Mark Van Bommel é o operário do time, fazendo a ligação da defesa com o ataque, enquanto Wesley Sneijder é o homem do último passe e Robben, a inspiração.