A brasileira indicada para ser diretora-gerente adjunta e diretora administrativa do Fundo Monetário Internacional (FMI), Carla Grasso, afirmou em uma nota à imprensa que a instituição é uma das organizações internacionais mais respeitadas do mundo e que está “muito ansiosa” em poder trabalhar no Fundo.

Carla afirmou que vai trabalhar para “fortalecer ainda mais o FMI, em um momento em que a instituição deve responder às necessidades de uma economia mundial em rápida transformação e às de todos os seus países membros”. “Estou muito ansiosa em poder trabalhar com meus novos colegas de direção, bem como com o talentoso pessoal do Fundo”, disse ela.

A brasileira, que também tem cidadania italiana, será a número três na hierarquia do FMI, junto com outros dois diretores adjuntos. Christine Lagarde é a número um, seguida pelo número dois, David Lipton, que oficialmente tem o cargo de primeiro diretor-gerente adjunto.

Carla foi escolhida pela diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, para cuidar de toda as funções administrativas da instituição, que tem sede em Washington e 188 países membros.

Ela vai coordenar, por exemplo, o orçamento, recursos humanos, serviços gerais, tecnologia e auditoria interna, de acordo com comunicado da instituição. A executiva ainda vai supervisionar as operações do FMI nas áreas de desenvolvimento de capacidade e treinamento.