Rio

(AE) – Com a Argentina, o Uruguai e o Paraguai em recessão, cresce no setor privado brasileiro a insatisfação com o Mercosul. Há até quem defenda uma separação do Brasil do bloco, ainda que temporária, para negociar isoladamente acordos com outros países e com a União Européia (UE), que só tem mandato para negociar com os quatro países do Mercosul em conjunto e não separadamente. O diretor da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, é um dos que acreditam que hoje o Mercosul mais dificulta do que favorece o Brasil.