O superintendente Nacional do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Joaquim Lima, garantiu hoje (11) que ainda não detectou nenhum erro na emissão dos extratos e no cálculo do crédito complementar que está sendo informado aos trabalhadores. Ontem, o ministro do Trabalho, Paulo Jobim, havia admitido que poderia haver alguma divergência entre os extratos fornecidos pelos bancos e os emitidos pela Caixa para o pagamento da diferença de correção monetária devida por ocasião dos planos Verão e Collor.

O técnico da Caixa Econômica Federal (CEF) pediu paciência aos trabalhadores e explicou, passo a passo, como a instituição emitiu o extrato e chegou ao valor do crédito a ser pago a cada um. Primeiro, ele disse que é fácil para o trabalhador comprovar que a base de cálculo que a Caixa usou é a mesma do extrato original, no banco depositário.

Para isso, o trabalhador nem precisa ir ao banco de origem e pedir um extrato. Ele tem a imagem do seu extrato antigo, com todos os dados informados pelo banco, no site da Caixa. Para fazer a consulta, basta digitar o código do extrato que está informado no documento novo, que ele recebeu via correio.